Anjos de guarda
Os anjos da guarda constituem uma classe
especial de seres?
São espíritos como nós. Conscientes de suas
responsabilidades e com razoável evolução, habilitam-se a orientar os que se
encontram em nível inferior.
Os anjos de guarda trazem alguma ligação com seus pupilos ou simplesmente obedecem a indicações superiores?
A experiência tem demonstrado que geralmente
são Espíritos familiares, ligados afetivamente aos seus protegidos.
Pode ocorrer que um anjo de guarda reencarne
para melhor proteger seu pupilo?
Anjos de guarda são todos aqueles que buscam
nos ajudar, empenhados em nossa felicidade. Os pais são exemplos típicos. A
solicitude da mãe que cuida dos filhos é o mais perfeito exemplo do protetor
encarnado.
O anjo de guarda está sempre ao lado de seu
protegido?
Não o imaginemos como um pajem a nos acompanhar
nas 24 horas do dia, como se fôssemos criancinhas. Essencialmente ele é o
mentor que, pelos condutos da inspiração, busca nos orientar nos momentos mais
importantes, estimulando-nos ao Bem.
Ele podem fracassar em seu trabalho?
Eles não são Espíritos perfeitos. Não obstante,
a frustração de seus esforços relaciona-se muito mais com a indisciplina e
desobediência de seus protegidos.
Uma menina de quatro anos é estrupada por um
doente mental. Houve falha do anjo de guarda?
Bestializado por impulsos de animalidade, um
indivíduo nestas condições situa-se impermeável à ação dos protetores
espirituais dele ou da menina. Quase sempre problemas dessa natureza ocorrem
por omissão e descuido dos encarnados que têm a criança sob sua
responsabilidade, não obstante o empenho da Espiritualidade, inspirando-lhes
providências salvadoras.
E quanto ao suicida?
È o mesmo problema. Fica difícil receber ajuda
espiritual se seu espaço mental está inteiramente ocupado pela idéia do auto
aniquilamento, sustentada por entidades afins.
Como nos habilitaremos a colher plenamente a ajuda dos protetores espirituais nos momentos de dificuldade?
Cultivando a oração.
Fontes:
Viver em plenitude – Richard Simonetti
Quem tem medo da obsessão – Richard Simonetti.