EUTANÁSIA
Cresce no Mundo a idéia de
que pacientes terminais devem ser beneficiados com a chamada morte branda.
Não é razoável abreviar a sofrida agonia?
A Doutrina Espírita demonstra que não.
Ninguém tem o direito de eliminar uma vida, ainda que bruxuleante.
E quando a decisão é do
próprio interessado?
Estará incorrendo em suicídio, igualmente contrário às leis divinas.
A Eutanásia gera algum
prejuízo para o desencarnante?
Sim, na medida em que o impede de cumprir integralmente a experiência
expiatória. Por outro lado, a
utilização de substâncias anestesiantes em
doses letais provoca desajustes perispirituais, dificultando a adaptação
à vida além-túmulo.
Como situaríamos um paciente
com rins paralisados, mantido vivo com aparelhos de hemodiálise?
Não é um paciente terminal.
Apenas alguém com disfunção renal, perfeitamente consciente e que pode
prolongar produtivamente sua existência, recorrendo à purificação artificial do
sangue.
Se a Eutanásia for
legalizada, como parece vai ocorrer em alguns países, qual será a responsabilidade daqueles que se envolverem com ela,
considerando que estarão cumprindo a
lei?
Há leis humanas e leis divinas.
Quando incompatíveis, o bom senso indica que devemos ficar com as
últimas.
Fonte: A força das idéias – Richard Simonetti